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Bióloga que ajudou a salvar arara azul da extinção concorre a prêmio

A Bióloga sul-mato-grossense Neiva Maria Robaldo Guedes (CRBio 006476/01-D), que criou e executa há 30 anos um projeto que ajudou a tirar a arara azul (Anodorhynchus hyacinthinus), um dos símbolos do Pantanal, da lista de animais em extinção, foi indicada para concorrer ao Prêmio Faz Diferença, uma iniciativa da Jornal O Globo em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Bióloga da Conservação, Neiva é mestre em Ciências Florestais pela ESALQ/USP e doutora em Zoologia pela UNESP/Botucatu. Ela é pesquisadora e professora do Programa de Mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional da Uniderp, em Campo Grande. Também é presidente do Instituto Arara Azul. Foi indicada no Faz Diferença para concorrer a premiação na categoria “Sociedade/Ciência e Saúde”.

Também foram indicados para a premiação e vão concorrer com a bióloga sul-mato-grossense na mesma categoria o físico Ricardo Galvão, ex-presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), e o médico cardiologista William Dib, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Prêmio Faz Diferença está em sua 17ª edição e visa reconhecer o trabalho, a dedicação e o talento de brasileiros que, nas mais diversas áreas de atuação, serviram de inspiração para o país e o mundo em 2019.

Instituto Arara Azul

Criado em 2003, o Instituto Arara Azul, localizado no Pantanal sul-mato-grossense, promove a conservação da arara-azul, da biodiversidade e do Pantanal como um todo, por meio do envolvimento e da conscientização das pessoas para a utilização racional dos recursos naturais. O Instituto é uma sociedade civil de direito privado, para fins não econômicos, com autonomia administrativa e financeira.

O Projeto Arara Azul estuda a biologia e relações ecológicas da arara-azul-grande, realiza o manejo e promove a conservação da arara-azul em seu ambiente natural. O Projeto estuda a biologia reprodutiva das araras-vermelhas, tucanos, gaviões, corujas, pato-do-mato e outras espécies que coabitam com a arara-azul no Pantanal.

Também compreende o acompanhamento das araras na natureza, o monitoramento de ninhos naturais e artificiais, numa área de mais de 400 mil hectares, além do trabalho de conservação da espécie, em conjunto com proprietários locais. Ao todo, são monitorados 615 ninhos, em 57 fazendas, e 5 mil aves, no Pantanal mato-grossense.

Fontes: G1 MS e Instituto Arara Azul

Links:

Neiva Maria Robaldo Guedes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4784380P3

Instituto Arara Azul: http://www.institutoararaazul.org.br/

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Foto: Bióloga sul-mato-grossense Neiva Guedes criou e executa há 30 anos um projeto que ajudou a tirar a arara azul da lista de animais em extinção — Autoria: Instituto Arara Azul/Divulgação

Fonte: https://cfbio.gov.br/2020/01/30/biologa-que-ajudou-a-salvar-arara-azul-da-extincao-concorre-a-premio/

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Comissão da Transparência CRBio-06 / Assessoria de Comunicação e Imprensa

Publicado em: 10/02/2020